Sam Claflin irá protagonizar a adaptação de Journey’s End

Sam Claflin irá protagonizar a adaptação de Journey’s End

O site screendaily noticiou que o Sam será um dos protagonistas de Journey’s End, um filme sobre a Primeira Guerra Mundial:

O ator de Jogos Vorazes, ‘Sam Claflin irá estrelar como o Capitão Stanhope na adaptação para o cinema do classico de R.C. Sheriff sobre a Primeira Guerra Mundial, Journey’s End.

Freddie Highmore (Bates Motel) é esperado para co-estrelar como Raleigh, enquanto Paul Bettany (Margin Call) e Toby Jones (Tinker Tailor Soldier Spy) também estão associadas em papéis principais.

Situado nas trincheiras ao longo de quatro dias em 1918, Journey’s End segue um grupo de soldados que se preparam para um ataque inimigo quando um novo recruta, Raleigh, entra para a tripulação comandada pelo Capitão Stanhope, de 20 anos, seu ex-amigo de infância e herói, que mudou quase além do reconhecimento seguindo o angustiante serviço na liderança.

O filme será produzido por Guy de Beaujeu e Simon Read (Private Peaceful), a partir de roteiro adaptado pelo último.

A companhia de vendas Metro International estará vendendo o projeto na AFM e se sabe que está em negociações para um diretor A-list para filmarem o filme em UK no próximo ano.

O antecipado projeto tem sido debatido por vários anos, mas enfrentou atrasos devido a complicações que cercavam a propriedade dos direitos.

No ano passado o Príncipe Andrew supostamente enviou uma carta a Warner Bros pedindo os executivos do estúdio para não ficarem no caminho de um novo filme quando souberam que o estúdio era dono de alguns direitos para o filme.

Laurence Olivier estrelou a versão original de 1928 do filme. Até o final de 1929, Journey’s End tinha sido distribuído por 14 empresas em todo o Reino Unido e traduzido para 17 línguas.

Claflin, cuja a popularidade continua a aumentar, filmou recentemente The Huntsman, a sequência de Snow White and The Huntsman, e está atualmente filmando Their Finest Hour And A Half de Lone Scherfig junto com Gemma Arterton.

Fonte | Tradução: Leili – Equipe Sam Claflin Brasil

Nova entrevista do Sam a InStyle Magazine

Nova entrevista do Sam a InStyle Magazine

Confira a entrevista e o photoshoot do Sam para a InStyle:

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Essa entrevista contém spoilers de A Esperança – O Final

O céu paira pesado e sombrio em um dia abafado em Londres. Mas Sam Claflin parece positivamente animado. Usando um par de jeans claro, uma camisa de linho branco com seus dois primeiros botões abertos para revelar uma quantidade educada de cabelo no peito, um cabelo bagunçado e barba por fazer, ele poderia ser um dos convidados mais agradáveis em uma festa na piscina no verão. E ele, de fato, tem um ar de aventureiro sobre ele. Como Finnick Odair em Jogos Vorazes e Philip Swift em Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas, o ator de 29 anos, nascido em Ipswich, tem a o gingado, um conjunto de habilidades e sensualidade de um jovem Errol Flynn. Mas agora, na luz baixa de salão do do Hotel Hoxton Holburn, Claflin afunda desleixadamente em uma cadeira para saborear um cappuccino e admite: “Em geral, eu sou muito feminina, muito mais como uma senhora do que um – “, ele puxa o seu queixo até o pescoço e diz em uma voz rouca: ” – cara.” Então ele acrescenta gorjando, “Se você sabe o que quero dizer.” Seu sorriso é largo e tímido, com covinhas no meio do caminho até as bochechas. E então ele me diz – alerta de spoiler – como ele morre.

Então, Sam, vamos direto ao assunto. Como qualquer um que tenha lido a trilogia sabe, na próxima parte de Jogos Vorazes, A Esperança – O Final, seu personagem é “decapitado por um lagarto-bestante.” Como é que você se preparou para isso?
Esse foi o dia mais difícil de trabalho que eu já tive. Eu estava constantemente lutando, matando um dublê após o outro, e tudo por um fim triste.

Mas é por isso que se atua, certo? A emoção da vitória, a agonia da derrota.
Estranhamente, sim. Eu estava muito feliz enquanto crescia, e através de escola de teatro eu mais centrei na luta coreografada e combate no palco e menos em Shakespeare. Meu pai e eu gostávamos de assistir filmes de ação: todos os Bonds, Coração Valente, Gladiador. Vários filmes históricos épicos. Mas Os Goonies era e é o meu filme favorito.

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Sam responde a perguntas de fãs no Twitter

Sam responde a perguntas de fãs no Twitter

No dia 03/11, Sam respondeu a algumas perguntas de fãs no Twitter @STUDIOCANAL_DE. Ele respondeu por video as perguntas sobre o filme. Abaixo a transcrição das perguntas e respostas e os videos, para quem quiser assistir.

Pergunta: Qual sua cena preferida do filme?
Sam: Minha cena preferida do último filme é provavelmente a cena que estamos pegando fogo. Além do fato de que foi uma das mais difíceis de filmar, por motivos óbvios, foi um momento bem emocionante pra mim, pessoalmente, e exigiu o máximo de mim. Foi bem desafiador, mas adoro desafios. Então, foi essa sequência do fogo.

 

Pergunta: Qual foi o maior desafio que você encarou enquanto gravava esses filmes?
Sam:
Meu maior desafio como Finnick foi capturar as diversas camadas de sua personalidade. No primeiro filme, ele é muito charmoso, carismático e confiante. No segundo, muito melancólico, sensato, desesperado e perdido. Isso tudo antes dele meio que renascimento em Jogos Vorazes  – A  Esperança – O Final. Isso foi muito desafiador pra mim.

 

Pergunta: Descreva a personagem de Finnick em 3 palavras.
Sam:
Para descrever o Finnick em 3 palavras eu usaria: complicado, bonito – em mais de uma forma – e apaixonado.

 

Pergunta: Qual foi seu melhor momento no set?
Sam:
Meus momentos favoritos no set provavelmente seriam aqueles que acredito que muitos atores tenham ou outros trabalhos. Aqueles momentos que costumo chamar de “Me belisca” quando você olha em volta e se dá conta do que está fazendo, como que está e se lembra que você costuma sonhar com isso. Então, olhava em volta e vi as pessoas com quem tava trabalhando, o filme que tava trabalhando e era um sonho.

 

Pergunta: Você levou alguma coisa do set? Se sim, o que foi?
Sam:
Infelizmente não levei nada. Eu queria ter levado meu tridente para casa, mas como resultado tive que usar um cabo de vassoura. Então, é um pouco deprimente que deixo isso apenas com minhas memórias e lembranças. Na verdade, estou levando um monte de melhores amigos, isso é uma vitória.

 

Pergunta: Do que você mais sentirá falta (equipe, etc)? Vocês tinham algum ritual no set?
Sam:
Acho que o que mais vou sentir falta dos filmes no processo é da galera. Você acaba criando uma rotina, vai pra maquiagem na mesma hora de manhã, vê as mesmas pessoas da equipe todo dia no mesmo horário, vai embora no mesmo horário. Espero que a gente reúna a galera toda alguma vez.

 

Pergunta: Sua frase favorita da sua personagem no filme.
Sam:
Minha frase favorita desse filme tem que ser “Senhoras e senhores, bem vindos ao 76º Jogos Vorazes”. Mas, antes desse, no Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1, é aquela “Demora dez mais pra você se recompor do que para você desmoronar”

 

Pergunta: Como a franquia de Jogos Vorazes impactou na sua vida?
Sam: A franquia me afetou de uma forma estritamente positiva. Na minha carreira e como pessoa. Pessoalmente, acho que me fez crescer como ator, ter confiança em mim e me fez perceber que não só trabalho, eu me divirto. Nós somos uma família feliz, que isso continue.

 

Pergunta: Você chorou no último dia que filmou?
Sam: Sendo sincero, não chorei no último dia. Chorei no dia antes do último dia porque aquele era meu último dia de filmagens, então me despedi de todos, fui falar com todos da equipe, do elenco e no final do dia quando anunciaram que tinham acabado, alguém disse no meu ouvido que eu teria que trabalhar na manhã seguinte. Então, teoricamente eu não chorei. Foi um dia muito emocionante, na verdade.

 

Pergunta: O que significa pra você fazer parte de uma franquia de tanto sucesso?
Sam: Significa o mundo pra mim ser parte de uma franquia como Jogos Vorazes, não apenas porque tem cineastas incríveis e fãs muito apaixonados, leais e respeitadores, mas não é impactante somente na minha vida, mas na de todos. Não importa quem você é e de onde é, é um sonho se tornando realidade.

 

Tradução: Caroline – Equipe Sam Claflin Brasil

Entrevista de Sam Claflin para a Sci Fi Now Magazine

Entrevista de Sam Claflin para a Sci Fi Now Magazine

Sam foi entrevistado pela revista Sci Fi Now onde ele falou sobre o último filme de Jogos Vorazes, contou umas histórias de bastidores e falou um pouco da sua personagem, Finnick Odair.
Leiam abaixo a entrevista completa:

Os lagartos mutantes parecem incríveis nos trailers. Você precisou atuar com alguém fingindo que essa pessoa era um lagarto?

Sim! Os dublês, que foram incríveis, eles estavam vestindo collants brancos com pequenos pontos pretos. Pra mim, ter a oportunidade de fazer todas as minhas cenas de lutas com pessoas reais foi de muita ajuda comparado as cenas do macaco que fiz no primeiro filme, Catching Fire, onde não tinha nada lá, então tínhamos que lutar contra o ar que provou ser tão difícil pra nós quanto pra equipe de efeitos especiais.

 

Você já machucou alguém enquanto estava filmando cenas de luta?

Já aconteceu algumas vezes com os dublês. Em parte porque, na minha opinião, Finnick passa boa parte do seu tempo lutando e eu quebrei meu dedo quando estávamos filmando Catching Fire durante um ensaio. Foi um acidente, mas me disseram que meu gancho de esquerda precisava de um pouco mais de trabalho. Pareceu um pouco superficial. Então, decidi mostrar a eles que eu podia ser durão, mas resultou em mim batendo na têmpora de um dos caras! Ele teve que se afastar e sentar por um tempo e daí eu percebi que tinha quebrado o meu dedo.

 

Finnick pareceu um pouco distante no Distrito 13. Você se satisfez com a oportunidade de sair e lutar de novo?

Essa é uma história engraçada. O tridente, por mais que tenha sido maravilhoso, uma parte de mim estava com muita raiva que eu não iria usar uma arma pra atirar, porque todos aqueles caras estavam carregando armas! Eu era bem inútil. Eu estava rodando com aquele tridente pensando “Isso é não é bom para ninguém nesse momento!”, a não ser que fosse um combate frente a frente. Too o resto tinha metralhadoras e podiam atirar a quilômetros de distância e eu parado ali com um tridente, um garfo espetado, no fundo.

 

Sobre seu último dia de filmagem…

“Meu último dia de filmagem foi bem bizarro”, admite Claflin. “Pensei que meu último dia fosse ser em uma quinta-feira, então me despedi de todo mundo e percorri tudo em volta pra garantir que eu tivesse me despedido de cada um e dei um abraço em todos, beijei, dei um cartão dizendo obrigado e no final do dia quando disseram “Acabou”, alguém disse “Na verdade, nós precisamos que vocês venham amanhã pela manhã. Então, eu me despedi de todos e tive que voltar no dia seguinte por 20 segundos para gravar mais uma cena que não fizeram naquele dia.”

 

 O que ele gostaria que fossem os spin offs de Hunger Games

“Existem tantas opções diferentes de histórias originais que eles podem fazer”, ele diz. “Acho que a história do Haymitch é uma que me interessaria, como ele venceu e o que aconteceu com ele depois, mas acho que o começo dos Jogos Vorazes é uma história que deveria ser contada também. Como e porque começaram, o primeiro de todos. Mesmo quando mergulhamos nisso nos Jogos Vorazes, é feito pra você sentir como se aquilo acontecesse muito e sim, nós discordamos nisso. Acho que o primeiro deve causado muito tumulto. Nós vamos matar 24 crianças, é bem complicado. Mas alguém tinha que tomar a decisão de começar com aquilo.”

 

E sobre as origens de Finnick?

“Acho que estou um pouco velho pra isso agora!”, ele ri. “Acho que a parte mais interessante da sua história foi quando ele ganhou os Jogos com 14 anos e eu tenho a sensação de que posso estar um pouco velho para isso. Posso interpretar o pai de Finnick talvez. Mas ele é uma personagem que parece ser bem interessante e digna de uma história das suas origens. Não sei se minhas habilidades de atuação são tão boas, a não ser que eles utilizem de computação de computação gráfica em mim.”

 

Fonte || Tradução: Caroline – Equipe Sam Claflin Brasil

 

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Créditos dos scans: @captainswiftftw

Novo photoshoot de Sam Claflin para o The Guardian

Novo photoshoot de Sam Claflin para o The Guardian

Confiram abaixo as novas fotos do Sam para a seção fashion do The Guardian

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Entrevista e scans de Sam Claflin para a SFX Magazine

Entrevista e scans de Sam Claflin para a SFX Magazine

Sam concedeu uma entrevista para a revista SFX onde falou um pouco sobre Jogos Vorazes e sobre a possibilidade de haver spin-offs da franquia.

“Eu estava me preparando para dizer adeus”

Como você se sente chegando ao fim da experiência Hunger Games?
Eu tive tempo para me desapegar. Os poucos meses de filmagens foram um pouco diferentes para mim, comparado com Jennifer ou Josh ou Liam, que tiveram o ano extra de filmagem e estavam um pouco mais constantes durante o último filme. Acho que é porque eu já estava meio preparado para dizer adeus.

 

Ter Annie de volta torna Finnick mais forte para se envolver na guerra?

Sim, ele é um protetor. Em todo os pontos durante a história, ele fez de tudo possível para proteger não apenas a ele mesmo, mas outras pessoas. Ele quer tornar o mundo mais seguro e melhor.

 

Você imagina que teremos alguns spin-offs por vir?

Eu certamente sinto que há um potencial. O começo de The Hunger Games, por exemplo. Acho que há um conceito interessante. Mas, isso depende do que eles realmente querem fazer com isso, está fora do meu alcance [risos]

 

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Créditos dos scans a: @captainswiftftw

Fonte || Tradução: Caroline – Equipe Sam Claflin Brasil

 

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