Categoria: Entrevistas

Nova entrevista do Sam Claflin ao The Guardian

Nova entrevista do Sam Claflin ao The Guardian

Confira a entrevista completa do Sam Claflin ao The Guardian:

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Atores gostam de falar sobre seus anos no deserto antes da fama chegar. Harrison Ford era um carpinteiro. Jon Hamm passou décadas servindo mesas. Channing Tatum era stripper. Isso lhes dá algum peso de uma pessoa normal contra a sua nova vida de celebridade. Sam Claflin, de 29 anos, estrela de Jogos Vorazes e Piratas do Caribe, não é diferente.

“Todo mundo tem suas lutas, eu acho. Depois que eu deixei a escola de teatro eu tive seis meses de rejeição após rejeição”, diz ele, bebericando uma cerveja em Kentish Town, norte de Londres, na luz do sol do Outono. “Eu pensei em um plano B.”

Espere um segundo… Seis meses? Seis meses não é um período no deserto. Em termos de atuação é um mero fim de semana prolongado de desemprego. Depois disso Claflin foi escalado para Piratas do Caribe, Branca de Neve e o Caçador, em seguida, Jogos Vorazes e The Riot Club, a versão cinematográfica da peça Posh, uma versão ficcionada do Bullingdon Club. Além de papéis na TV em Any Human Heart e Os Pilares da Terra. Pelos padrões de qualquer ator, dificilmente é uma estrada rochosa.

Ainda assim, é fácil de entender o que ele quis dizer. A velocidade de subida de Claflin ao ídolo, cortesia das duas maiores franquias do século 21, iria constranger qualquer cara normal. E além de sua carreira, tudo sobre Claflin grita cara normal. Ele é amigável e discreto, bonito e articulado. Ele reclama sobre as calças que está usando para o nosso shoot ser muito apertado para suas coxas de “jogador de futebol”. Ele era um jogador júnior promissor enquanto crescia em Norwich (você ainda pode ouvir um fraco sotaque de Norfolk em suas vogais). Há uma tatuagem de andorinha no seu bíceps que ele fez para seu aniversário de 28 anos e só depois de anos de planejamento. Ele vive em Chiswick, oeste de Londres, com sua esposa, também atriz, Laura Haddock, porque ele “não é legal o suficiente para leste de Londres.”

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Nova entrevista do Sam a InStyle Magazine

Nova entrevista do Sam a InStyle Magazine

Confira a entrevista e o photoshoot do Sam para a InStyle:

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Essa entrevista contém spoilers de A Esperança – O Final

O céu paira pesado e sombrio em um dia abafado em Londres. Mas Sam Claflin parece positivamente animado. Usando um par de jeans claro, uma camisa de linho branco com seus dois primeiros botões abertos para revelar uma quantidade educada de cabelo no peito, um cabelo bagunçado e barba por fazer, ele poderia ser um dos convidados mais agradáveis em uma festa na piscina no verão. E ele, de fato, tem um ar de aventureiro sobre ele. Como Finnick Odair em Jogos Vorazes e Philip Swift em Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas, o ator de 29 anos, nascido em Ipswich, tem a o gingado, um conjunto de habilidades e sensualidade de um jovem Errol Flynn. Mas agora, na luz baixa de salão do do Hotel Hoxton Holburn, Claflin afunda desleixadamente em uma cadeira para saborear um cappuccino e admite: “Em geral, eu sou muito feminina, muito mais como uma senhora do que um – “, ele puxa o seu queixo até o pescoço e diz em uma voz rouca: ” – cara.” Então ele acrescenta gorjando, “Se você sabe o que quero dizer.” Seu sorriso é largo e tímido, com covinhas no meio do caminho até as bochechas. E então ele me diz – alerta de spoiler – como ele morre.

Então, Sam, vamos direto ao assunto. Como qualquer um que tenha lido a trilogia sabe, na próxima parte de Jogos Vorazes, A Esperança – O Final, seu personagem é “decapitado por um lagarto-bestante.” Como é que você se preparou para isso?
Esse foi o dia mais difícil de trabalho que eu já tive. Eu estava constantemente lutando, matando um dublê após o outro, e tudo por um fim triste.

Mas é por isso que se atua, certo? A emoção da vitória, a agonia da derrota.
Estranhamente, sim. Eu estava muito feliz enquanto crescia, e através de escola de teatro eu mais centrei na luta coreografada e combate no palco e menos em Shakespeare. Meu pai e eu gostávamos de assistir filmes de ação: todos os Bonds, Coração Valente, Gladiador. Vários filmes históricos épicos. Mas Os Goonies era e é o meu filme favorito.

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Sam responde a perguntas de fãs no Twitter

Sam responde a perguntas de fãs no Twitter

No dia 03/11, Sam respondeu a algumas perguntas de fãs no Twitter @STUDIOCANAL_DE. Ele respondeu por video as perguntas sobre o filme. Abaixo a transcrição das perguntas e respostas e os videos, para quem quiser assistir.

Pergunta: Qual sua cena preferida do filme?
Sam: Minha cena preferida do último filme é provavelmente a cena que estamos pegando fogo. Além do fato de que foi uma das mais difíceis de filmar, por motivos óbvios, foi um momento bem emocionante pra mim, pessoalmente, e exigiu o máximo de mim. Foi bem desafiador, mas adoro desafios. Então, foi essa sequência do fogo.

 

Pergunta: Qual foi o maior desafio que você encarou enquanto gravava esses filmes?
Sam:
Meu maior desafio como Finnick foi capturar as diversas camadas de sua personalidade. No primeiro filme, ele é muito charmoso, carismático e confiante. No segundo, muito melancólico, sensato, desesperado e perdido. Isso tudo antes dele meio que renascimento em Jogos Vorazes  – A  Esperança – O Final. Isso foi muito desafiador pra mim.

 

Pergunta: Descreva a personagem de Finnick em 3 palavras.
Sam:
Para descrever o Finnick em 3 palavras eu usaria: complicado, bonito – em mais de uma forma – e apaixonado.

 

Pergunta: Qual foi seu melhor momento no set?
Sam:
Meus momentos favoritos no set provavelmente seriam aqueles que acredito que muitos atores tenham ou outros trabalhos. Aqueles momentos que costumo chamar de “Me belisca” quando você olha em volta e se dá conta do que está fazendo, como que está e se lembra que você costuma sonhar com isso. Então, olhava em volta e vi as pessoas com quem tava trabalhando, o filme que tava trabalhando e era um sonho.

 

Pergunta: Você levou alguma coisa do set? Se sim, o que foi?
Sam:
Infelizmente não levei nada. Eu queria ter levado meu tridente para casa, mas como resultado tive que usar um cabo de vassoura. Então, é um pouco deprimente que deixo isso apenas com minhas memórias e lembranças. Na verdade, estou levando um monte de melhores amigos, isso é uma vitória.

 

Pergunta: Do que você mais sentirá falta (equipe, etc)? Vocês tinham algum ritual no set?
Sam:
Acho que o que mais vou sentir falta dos filmes no processo é da galera. Você acaba criando uma rotina, vai pra maquiagem na mesma hora de manhã, vê as mesmas pessoas da equipe todo dia no mesmo horário, vai embora no mesmo horário. Espero que a gente reúna a galera toda alguma vez.

 

Pergunta: Sua frase favorita da sua personagem no filme.
Sam:
Minha frase favorita desse filme tem que ser “Senhoras e senhores, bem vindos ao 76º Jogos Vorazes”. Mas, antes desse, no Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1, é aquela “Demora dez mais pra você se recompor do que para você desmoronar”

 

Pergunta: Como a franquia de Jogos Vorazes impactou na sua vida?
Sam: A franquia me afetou de uma forma estritamente positiva. Na minha carreira e como pessoa. Pessoalmente, acho que me fez crescer como ator, ter confiança em mim e me fez perceber que não só trabalho, eu me divirto. Nós somos uma família feliz, que isso continue.

 

Pergunta: Você chorou no último dia que filmou?
Sam: Sendo sincero, não chorei no último dia. Chorei no dia antes do último dia porque aquele era meu último dia de filmagens, então me despedi de todos, fui falar com todos da equipe, do elenco e no final do dia quando anunciaram que tinham acabado, alguém disse no meu ouvido que eu teria que trabalhar na manhã seguinte. Então, teoricamente eu não chorei. Foi um dia muito emocionante, na verdade.

 

Pergunta: O que significa pra você fazer parte de uma franquia de tanto sucesso?
Sam: Significa o mundo pra mim ser parte de uma franquia como Jogos Vorazes, não apenas porque tem cineastas incríveis e fãs muito apaixonados, leais e respeitadores, mas não é impactante somente na minha vida, mas na de todos. Não importa quem você é e de onde é, é um sonho se tornando realidade.

 

Tradução: Caroline – Equipe Sam Claflin Brasil

Entrevista de Sam Claflin para a Sci Fi Now Magazine

Entrevista de Sam Claflin para a Sci Fi Now Magazine

Sam foi entrevistado pela revista Sci Fi Now onde ele falou sobre o último filme de Jogos Vorazes, contou umas histórias de bastidores e falou um pouco da sua personagem, Finnick Odair.
Leiam abaixo a entrevista completa:

Os lagartos mutantes parecem incríveis nos trailers. Você precisou atuar com alguém fingindo que essa pessoa era um lagarto?

Sim! Os dublês, que foram incríveis, eles estavam vestindo collants brancos com pequenos pontos pretos. Pra mim, ter a oportunidade de fazer todas as minhas cenas de lutas com pessoas reais foi de muita ajuda comparado as cenas do macaco que fiz no primeiro filme, Catching Fire, onde não tinha nada lá, então tínhamos que lutar contra o ar que provou ser tão difícil pra nós quanto pra equipe de efeitos especiais.

 

Você já machucou alguém enquanto estava filmando cenas de luta?

Já aconteceu algumas vezes com os dublês. Em parte porque, na minha opinião, Finnick passa boa parte do seu tempo lutando e eu quebrei meu dedo quando estávamos filmando Catching Fire durante um ensaio. Foi um acidente, mas me disseram que meu gancho de esquerda precisava de um pouco mais de trabalho. Pareceu um pouco superficial. Então, decidi mostrar a eles que eu podia ser durão, mas resultou em mim batendo na têmpora de um dos caras! Ele teve que se afastar e sentar por um tempo e daí eu percebi que tinha quebrado o meu dedo.

 

Finnick pareceu um pouco distante no Distrito 13. Você se satisfez com a oportunidade de sair e lutar de novo?

Essa é uma história engraçada. O tridente, por mais que tenha sido maravilhoso, uma parte de mim estava com muita raiva que eu não iria usar uma arma pra atirar, porque todos aqueles caras estavam carregando armas! Eu era bem inútil. Eu estava rodando com aquele tridente pensando “Isso é não é bom para ninguém nesse momento!”, a não ser que fosse um combate frente a frente. Too o resto tinha metralhadoras e podiam atirar a quilômetros de distância e eu parado ali com um tridente, um garfo espetado, no fundo.

 

Sobre seu último dia de filmagem…

“Meu último dia de filmagem foi bem bizarro”, admite Claflin. “Pensei que meu último dia fosse ser em uma quinta-feira, então me despedi de todo mundo e percorri tudo em volta pra garantir que eu tivesse me despedido de cada um e dei um abraço em todos, beijei, dei um cartão dizendo obrigado e no final do dia quando disseram “Acabou”, alguém disse “Na verdade, nós precisamos que vocês venham amanhã pela manhã. Então, eu me despedi de todos e tive que voltar no dia seguinte por 20 segundos para gravar mais uma cena que não fizeram naquele dia.”

 

 O que ele gostaria que fossem os spin offs de Hunger Games

“Existem tantas opções diferentes de histórias originais que eles podem fazer”, ele diz. “Acho que a história do Haymitch é uma que me interessaria, como ele venceu e o que aconteceu com ele depois, mas acho que o começo dos Jogos Vorazes é uma história que deveria ser contada também. Como e porque começaram, o primeiro de todos. Mesmo quando mergulhamos nisso nos Jogos Vorazes, é feito pra você sentir como se aquilo acontecesse muito e sim, nós discordamos nisso. Acho que o primeiro deve causado muito tumulto. Nós vamos matar 24 crianças, é bem complicado. Mas alguém tinha que tomar a decisão de começar com aquilo.”

 

E sobre as origens de Finnick?

“Acho que estou um pouco velho pra isso agora!”, ele ri. “Acho que a parte mais interessante da sua história foi quando ele ganhou os Jogos com 14 anos e eu tenho a sensação de que posso estar um pouco velho para isso. Posso interpretar o pai de Finnick talvez. Mas ele é uma personagem que parece ser bem interessante e digna de uma história das suas origens. Não sei se minhas habilidades de atuação são tão boas, a não ser que eles utilizem de computação de computação gráfica em mim.”

 

Fonte || Tradução: Caroline – Equipe Sam Claflin Brasil

 

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Créditos dos scans: @captainswiftftw

Entrevista e scans de Sam Claflin para a SFX Magazine

Entrevista e scans de Sam Claflin para a SFX Magazine

Sam concedeu uma entrevista para a revista SFX onde falou um pouco sobre Jogos Vorazes e sobre a possibilidade de haver spin-offs da franquia.

“Eu estava me preparando para dizer adeus”

Como você se sente chegando ao fim da experiência Hunger Games?
Eu tive tempo para me desapegar. Os poucos meses de filmagens foram um pouco diferentes para mim, comparado com Jennifer ou Josh ou Liam, que tiveram o ano extra de filmagem e estavam um pouco mais constantes durante o último filme. Acho que é porque eu já estava meio preparado para dizer adeus.

 

Ter Annie de volta torna Finnick mais forte para se envolver na guerra?

Sim, ele é um protetor. Em todo os pontos durante a história, ele fez de tudo possível para proteger não apenas a ele mesmo, mas outras pessoas. Ele quer tornar o mundo mais seguro e melhor.

 

Você imagina que teremos alguns spin-offs por vir?

Eu certamente sinto que há um potencial. O começo de The Hunger Games, por exemplo. Acho que há um conceito interessante. Mas, isso depende do que eles realmente querem fazer com isso, está fora do meu alcance [risos]

 

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Créditos dos scans a: @captainswiftftw

Fonte || Tradução: Caroline – Equipe Sam Claflin Brasil

 

Scans e entrevista do Sam Claflin na nova edição da Urban Active

Scans e entrevista do Sam Claflin na nova edição da Urban Active

Como postamos anteriormente, Sam é a capa da nova edição da Urban Active, e agora temos os scans e a entrevista traduzida. Confira:

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A vida pós-apocalíptica parece muito mundana para o ator de 29 anos, Sam Claflin. “Eu acabei de voltar da casa dos meus pais em Norfolk”, diz o ator britânico. “Acordar com garis conduzindo pela rua meio que coloca tudo em perspectiva.”

A perspectiva é útil quando você está saindo de um fenômeno distópico da cultura pop como Jogos Vorazes, em que Claflin interpreta o tributo empunhando um tridente, Finnick Odair. A parte final – A Esperança – O Final – chega aos cinemas em novembro. Caso você esteja comparando com o estilo de Twilight, a série de romances para jovens adultos virou uma franquia de filmes combinada a uma crítica surpreendentemente acentuada da desigualdade social e de reality show com armas surpreendentemente nítidas, como adolescentes subjugados de distritos pobres são obrigados por seus senhores metropolitanos a lutar até a morte, estilo Battle Royale, em nome do entretenimento de sábado à noite.

O elenco também é inesperadamente de pesos pesados: Jennifer Lawrence, Woody Harrelson, Phillip Seymour Hoffman… e, claro, o próprio Sam Claflin de Norfolk. É justo dizer que ele está agora em uma liga diferente. “Tem sido um trampolim incrível para a minha carreira”, diz ele, “Isso me permitiu entrar em lugares que eu não podia antes. E definitivamente abriu muitas portas. Muitas janelas também.” Uns presumivelmente marcados como ‘Apenas homens protagonistas de Hollywood’.

Jogos Vorazes é uma força onipresente em Hollywood nos dias de hoje. Mas quando Claflin entrou pela primeira vez na sala de audição alguns anos atrás, ele nem sabia para o que estava fazendo teste. O roteiro para a segunda parte da trilogia em que seu personagem foi introduzido, levava o título Idom ao invés do nome real, Em Chamas. “Eu tinha visto o primeiro filme Jogos Vorazes, mas eu não estava ciente de que era uma trilogia, ou que existiam livros”, diz ele. “Não foi até que eu recebi as cenas que eu teria que fazer o teste, e vi que lá também tinha uma personagem chamada Katniss. Eu tinha ouvido esse nome antes, então eu fiz uma pesquisa no Google sobre “Katniss’ e ‘Finnick’. Eu fiz um monte de investigação na noite anterior…”

No processo, Claflin também soube que ele não era exatamente o cara de “1,83m, bronzeado, loiro, deus de olhos verdes” que Finnick é descrito nos livros. Mas ele não deixou que a descoberta indesejável o intimidasse. “Eu nunca tive qualquer dúvida em minha mente de que eu era errado para o papel”, diz ele. “Então eu fui até lá com todas armas em punho, pensando: ‘O que eu tenho a perder?’” A mesma atitude singela estava em vigor quando ele fez o teste para Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas, a grande estreia na tela grande que tirou ele da obscuridade da tela pequena: “Parte de mim estava tipo ‘Isso não vai acontecer – Como se eu fosse estar em um filme do Piratas do Caribe!’ Eu fui sem esperar nada e de alguma forma isso funcionou.” E mais ainda. Hey, se você está com medo de atirar, você não vai marcar.

Embora o Google foi amigo de Claflin antes da audição Em Chamas, logo se tornou seu inimigo quando os fãs intensos reagiram com menos de entusiasmo por sua escalação. “Lembro de ter lido o Sky News pensado, ‘Oh, merdal!'”, lembra ele, “eu não podia evitar.” Mas, novamente, ele transformou o negativo em positivo. “Isso poderia ter sido de duas maneiras”, diz ele, “Poderia ter me deixado muito deprimido e com raiva. Mas uma parte de mim confiou que os produtores, o diretor de elenco, e o diretor sabiam o que estavam fazendo. E eu sou muito determinado. Eu sabia que tinha um longo caminho a percorrer fisicamente, mas eu também sabia que poderia fazer isso e eu queria provar isso para os céticos. Isso me estimulou a trabalhar mais.”

Para Claflin, o trabalho começou três meses antes de filmar. Embora ele não teve que passar fome por Jogos Vorazes, suas opções de menu eram estritamente racionadas. “Eu estava em um hotel e eu não tinha uma cozinha”, explica ele. “Então, eu constantemente só pedia frango e espargos no serviço de quarto, porque eu estava muito preocupado em comer qualquer outra coisa. Isso e uma omelete no café da manhã, foram, literalmente, tudo o que eu comi durante meses. Era deprimente, eu não posso negar. Mas uma vez que eu vi os resultados, isso me inspirou a continuar.”

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